Torre do Relógio
(Alfândega da Fé)
 
Torre do relógio medieval, constituída por uma planta quadrangular e um telhado em coruchéu piramidal encimado por cata-vento. Com funções militares, sofreu várias reformas na época medieval.
Em 2015 foi alvo de uma intervenção, melhorando o seu valor em termos turisticos e culturais, tornando o edificio visitável.
 
Museu Drª Berta
(Vila Flor)
 

Situado no largo Dr. Alexandre de Matos, perto da Igreja Matriz, o Museu Dr.ª Berta Cabral foi fundado em 1957, por Raúl de Sá Correia, antigo secretário da Câmara Municipal e director do Museu até à sua morte, em 1993. Antigo Solar dos Aguilares (primeiros donatários de Vila Flor) e antigo Paços do Concelho, o edifício do séc.XII/XIII, é armoriado com as Armas Reais na fachada principal, a Flor de Liz, (símbolo da Vila), e as armas dos Aguilares (duas águias) na fachada poente. Ali funcionaram também o talho municipal, a repartição das finanças, o Posto da Guarda e a Biblioteca Municipal. Possui cerca de 3000 peças, ofertas de filhos e amigos desta terra, oriundas na sua esmagadora maioria deste Concelho. É constituído por colecções de pintura, arqueologia, etnografia, artesanato africano, arte sacra, numismática e medalhística.

Igreja Matriz
(Torre de Moncorvo)
 
Dedicada a Nossa Senhora da Assunção, terá sido iniciada por volta de 151O, de acordo com um testemunho quinhentista, erguendo-se, já então, extra-muros, no arrabalde da vila e no lugar da igreja medieval de Santa Maria. Dependente sobretudo de financiamentos municipais, a obra arrastou-se por mais de um século, trabalhando-se ainda em 1638 no estaleiro da grande fábrica, demora que não comprometeu, no entanto, a unidade arquitectónica do edifício. Na fachada, organizada como uma possante torre, ressalta o pânico central, de composição retabular ao estilo da Renascença, com uma minúcia escultórica que contrasta com a simplicidade dos restantes alçados: colocadas em nichos aparecem as imagens em granito da padroeira, Nossa Senhora da Assunção, no topo, ladeada por São Pedro e por São Paulo. A flanquear a porta estão Santa Bárbara e Santa Apolónia. 
Castelo de Mogadouro
(Mogadouro)
 
A construção do castelo terá ocorrido por volta do ano de 1160, para em 1297, já no reinado de D. Dinis, serem reforçadas as suas defesas. Com a extinção da Ordem dos Templários, em 1311, o castelo passou para a Ordem de Cristo.  Desde o século XV, que este castelo passou a pertencer aos Távoras, teve um papel importante durante a Guerra da Restauração da independência portuguesa, já no século XVII. Com a eliminação dos Távoras, acusados de traição, no reinado de D. José, o castelo foi abandonado e a ruína tomou conta dele.
Sé Catedral
(Miranda do Douro)
 
A catedral é um edifício de concepção maneirista, embora ainda com algumas soluções de caracter renascentista. Construída na mesma altura das Sés catedrais de Leiria e Portalegre, todas iniciadas no reinado de D. João III, apresenta soluções semelhantes, nomeadamente no tipo de pilares interiores e na decoração das abóbadas.
O edifício, orientado a Norte, tem uma planta cruciforme de 3 naves com 4 tramos e abóbada nervada sustentada por 8 pilares toscanos. A fachada principal, simétrica e regular é ladeada por duas imponentes torres e encimada por uma balaustrada. No interior, ressalta o retábulo do altar-mor, com um conjunto escultural notável, dedicado a Santa Maria Maior e executado entre 1610 e 1614 por Juan de Moniategui e Tomaz Velasquez.
Ponte Romana
(Mirandela)
 
Também conhecida por Ponte Velha, esta medieval estrutura situa-se sobre o rio Tua, junto a Mirandela, constituindo durante centenas de anos a única via de atravessamento do rio para os mirandelenses. 
A Ponte terá sido construída no século XVI, tendo sofrido diversas intervenções ao longo dos séculos. Há mesmo notícia de no mesmo local ter existido uma outra ponte, edificada em princípios no século XV.
Entre as várias reconstruções que sofreu ao longo dos séculos realçam-se as feitas em 1910, por no ano antes terem caído quatro arcos devido a grandes cheias, substituindo os arcos arruinados somente por dois com maiores dimensões, ficando assim a ponte com os dezassete arcos actualmente visíveis. 
Castelo de Bragança
(Bragança)
 
No local onde hoje se ergue o castelo de Bragança existiu em tempos um castro neolítico, depois ocupado pelos romanos. O castelo foi construído durante o reinado de D. Dinis, no século XIV. Desempenhou importante papel na defesa da fronteira até às invasões napoleónicas (1807/1811). Arquitectonicamente, a fortificação sobressai pelos seus cubelos e torres, tendo a sul da muralha o poço del-Rei, cisterna do tempo de D. João I ou de D. Afonso V. A sul da segunda muralha encontram-se espaçosos eirados, largos merlões, cubos abobadados, adarves, nichos cavados e ainda abóbadas ou arcos rasgados. A alta torre de menagem alberga um museu militar.
 
Parque Arqueológico do Vale do Côa
(Vila Nova de Foz Côa)
 
O Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) concentra a maior parte dos sítios Pré-históricos de Arte Rupestre do Vale do Côa, considerados mais importantes do mundo, em arte paleolítica de ar livre. Está classificado como Património da Humanidade pela UNESCO, que inclui, ainda, uma extensão em Espanha, o sítio de Siega Verde, no rio Águeda. Atualmente são conhecidos mais de 60 núcleos rupestres, disseminados ao longo de 26 quilómetros. O PAVC é a instituição criada para gerir, proteger, musealizar e colocar em visita pública a arte rupestre do Vale do Côa, proporcionando visitas guiadas a três núcleos: a Canada do Inferno, a Ribeira de Piscos/ Fariseu e a Penascosa. A principal estrutura de acolhimento do PAVC é o Museu do Côa, inaugurado em meados de 2010. 
Morada

Alfândega da Fé

RNET n.º 7196 / 7197 / 7198 / 7200 / 59435/AL - Turismo de Portugal 

  • Facebook Social Icon
  • Google+ Social Icon